segunda-feira, 9 de maio de 2016

Clube dos Empregados da Caterpillar realiza jogo em homenagem ao Dia do Trabalhador

O Clube dos Empregados da Caterpillar (CEC) realizara no próximo dia 21 de maio, a partir das 15h30, partida amistosa em comemoração ao Dia do Trabalhador, em sua sede campestre, localizada na estrada municipal Itelpa Monte Alegre, n º 1171, Distrito Unileste. O jogo reunirá uma seleção dos melhores jogadores do campeonato interno do clube contra um combinado de ex-jogadores com passagens por grandes clubes do país, entre eles, o XV de Piracicaba.
O encerramento do evento contará com a participação da cantora Elaine Teotonio, que levará aos presentes um pouco da boa música, do samba raiz e pagode.
O presidente Moises Santiago, que está à frente do clube desde 01/Julho/2015, informa que será uma grande oportunidade de mostrar aos associados e também convidados que o CEC está buscando novas alternativas e ações, tanto na área Esportiva quanto na Cultural e Social. “É um novo momento e um novo ciclo do CEC”, complementa Moises.
Segundo o diretor social do CEC, Cassio Martins, estão em estudo algumas alterações no estatuto do clube visando proporcionar maior proximidade de possíveis novos associados que não são funcionários, mas que tenham alguma relação com funcionários da empresa e também de parceiros interessados em associar sua marca ao clube”, frisou Martins.
O jogo em homenagem ao Dia do Trabalhador conta com o apoio da agência Surpreenda e Apareça e é patrocinado pela Casa Ramos Estofados, iGUi Piscinas e Loja Futebol.com 

Foto: CEC

quinta-feira, 14 de abril de 2016

sábado, 5 de março de 2016

Titebilidade segue funcionando

Nobres amigos que acompanham semanalmente o Tribuna Futebol Clube se há alguém no futebol brasileiro que possa ser, por méritos, intitulado como um grande profissional e merecedor de suas conquistas por trabalhar incansavelmente, esse cara é o técnico Tite.

Após um 2015 onde o Corinthians sobrou no Campeonato Brasileiro, apesar de ter derrapado em competições no sistema mata-mata, o técnico teve novamente a missão de remontar a equipe para a atual temporada, após a perda dos seus principais jogadores.

Gil, Ralf, Renato Augusto, Jadson e Vágner Love. Jogadores que seriam titulares tranquilamente em qualquer equipe do Brasil e quiçá em algumas ligas do mundo afora e alguns, figurinhas carimbadas nas convocações mais recentes da seleção brasileira e mais, sendo titulares em jogos oficiais, foram as principais peças que deixaram a equipe e Tite numa situação delicada.

Foto: Uol


Mas, sem pestanejar e ao melhor estilo gaúcho de ser, o técnico, após algumas reclamações públicas, tendo a diretoria de futebol como alvo e claro, blasfemar contra o mais novo poderoso mercado chinês, arregaçou as mangas e foi ao trabalho com o que tinha e com algumas reposições que não foram à altura das saídas.

E o que aconteceu? Ao melhor estilo Tite de jogar, com uma defesa sólida, bom toque de bola, jogadas pelas laterais e uma marcação ferrolho até o último segundo de jogo, o time comandando por ele vem conseguindo encontrar os resultados positivos a qualquer custo e muitos deles na última bola, como aconteceu várias vezes neste inicio de temporada.

 “...o time comandando por ele vem conseguindo encontrar os resultados positivos a qualquer custo e muitos deles na última bola...”

Não é um futebol vistoso e muito menos de qualidade, mas enquanto o resultado estiver acontecendo a favor da equipe comandada por ele, ao torcedor pouco importa, já que para o apaixonado seguidor o importante é vencer. Fico apenas curioso pra saber o que acontecerá se os resultados não aparecerem, mas isso fica para o achismo e também para a imaginação do torcedor e principalmente, para os secadores de plantão.


Rodrigo Caetano é profissional de marketing, blogueiro, radialista e comentarista da rádio Jovem Pan News AM de Piracicaba

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Negócio da China

Nobre amigo torcedor, parece ser algo inevitável no mercado da bola. Basta que um jogador tenha uma temporada de destaque no futebol brasileiro para, em seguida, ser negociado para o exterior. Ou melhor, para o novo eldorado do futebol mundial, a China.

Em 2014 foram os casos de Conca, Barcos, Diego Tardelli e Ricardo Goulart. E agora ao final de 2015 os chineses vieram buscar mais uma vez “mão de obra” brasileira. Jadson, Renato Augusto, Luis Fabiano e o atacante Geuvânio são os casos mais recentes. Eles resolveram arrumar as malas para o outro lado do mundo, e o torcedor brasileiro ficará órfão desses craques.

O oriente tem sido o caminho dos astros do futebol brasileiro. Mas por que a China resolveu despejar tanto dinheiro no futebol? A resposta passa longe do ambiente das quatro linhas.

Os clubes que compõem a primeira divisão chinesa são controlados por empresas. Mesmo que o crescimento recente do esporte no país tenha aumentado receitas, oferecer salários milionários e astronômicos aos atletas traria prejuízo a elas. A relação só é vantajosa porque vai muito além da partida de futebol.

O governo entrou em campo para transformar o jogo em um negócio lucrativo e bem rentável. Quem participa das transações aponta Wu Bangguo, ex-presidente da Assembleia Popular Nacional, principal órgão legislativo do país, como responsável pela organização e planejamento do esquema.

Apaixonado por futebol, ele teria influenciado a garantia de incentivos governamentais para alavancar o esporte. Em 2013, o presidente Xi Jinping afirmou que sonhava com o crescimento do esporte na China. As empreiteiras que investem em clubes passaram a ganhar áreas públicas para novas construções. Quem não quer terrenos, vai em busca de prestígio político.

As estrelas fizeram o interesse pelo futebol crescer. Em um país que tem o tênis de mesa como paixão nacional, a bola grande passou a ganhar mais espaço. O espetáculo ainda deixa a desejar, mas tem melhorado com os reforços que chegam de fora, principalmente do Brasil.


Ainda assim, a motivação principal dos jogadores para a aventura chinesa é financeira. Enquanto não há ponte entre os chineses e o Velho Continente, eles depositam seus milhões para tirar os craques daqui. Que o diga o Corinthians. 

Foto: Uol
Geuvânio é mais um jogador brasileiro a se aventurar em terras chinesas