segunda-feira, 16 de julho de 2012

XV sofre revés no Barão

Fonte: Assessoria XV de Piracicaba

XV de Piracicaba e Paulista se enfrentaram no estádio Barão da Serra Negra, neste sábado, 14. A partida foi válida pela primeira rodada da Copa Paulista de Futebol. Os visitantes levaram a melhor e saíram com a vitória por 1 a 0. O gol do adversário aconteceu aos 30 minutos do segundo tempo.

O jogo teve poucas oportunidades de gols, sendo que a maioria delas chutes de fora da área. Após o gol sofrido, a equipe alvinegra tentou chegar ao empate, mas esbarrou no goleiro Vinícius Lima. “Os meninos foram guerreiros, tentaram a todo custo fazer o gol. É início de um trabalho. Vamos treinar durante a semana e tentar buscar o resultado no próximo fim de semana”, disse o técnico Wagner de Moraes. O XV volta a campo no próximo domingo, às 10h, na cidade de Limeira, contra o Independente.

Ficha técnica

1ª rodada da Copa Paulista de Futebol

Estádio Barão da Serra Negra, Piracicaba-SP
EC XV de Novembro de Piracicaba x Paulista Futebol Clube
Público presente: 1.121
Público pagante: 683
Renda: R$ 6.830
Cartões amarelos XV: 10 2ºT (Diego Silva), 33 2ºT (Rodolfo)
Cartão amarelo Paulista: 23 2ºT (Bebeto)
XV de Piracicaba: Neto, Jonathan, Diego Christofoletti, Rafael Brito e Denis (Luis Henrique), Diego Silva, Rodolfo, Marlon e André Cunha, Cafú (Valdir) e Hugo Vieira
Paulista: Vinícius Lima, Bebeto (Paulo Moraes), Patrick, Lázaro e Bruno Santa Rosa, Márcio, Diego Marangon, André e Kariri, Joaelton (Madson) e Cleberson

Foto: GloboEsporte.com
Lance da partida vencida pelo Paulista de Jundiaí em Piracicaba


Nota do Blogueiro: A primeira impressão causada pela mescla de jovens e experientes, usado pelo técnico Wagner de Moraes na primeira rodada da Copa Paulistas não foi boa. Alguns aparentemente muito nervosos e outros tecnicamente muito fracos. Se o principal objetivo for um laboratório de experiências para montar a base para o Paulistão 2013, a grande maioria já inicia sem destaque algum. Até mesmo os mais rodados como os meias Marlon e André Cunha não foram bem e pelo visto a comissão técnica terá trabalho na sequência da Copinha.  

 

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Onde estão nossos ídolos?

Matéria publicada no jornal A Tribuna Piracicabana de 11 de Julho de 2012

Amigos do Tribuna Futebol Clube, está cada vez mais raro encontrar grandes ídolos no futebol nos dias de hoje. Atletas que amem de verdade a camisa que vestem e honrem o manto sagrado independente de qual seja.
Dinheiro, mulheres, carros importados e muita badalação. É isso que a grande maioria quer e procura dentro do mundo do futebol. Estabilidade pessoal e profissional é o que menos se almeja, já que tudo vem e chega muito rápido, assim como a carreira meteórica de vários deles.
Na atualidade, dois atletas me chamam a atenção pelos imbróglios envolvendo seus nomes fora de campo. Paulo Henrique Ganso, meia do Santos Futebol Clube e o atacante Jobson, ex-Barueri que novamente rompe contrato antes de cumpri-lo.  
O atacante, 24 anos, Paraense de nascimento, muito promissor no início da carreira, mas que ‘estourou’ para o futebol vestindo a camisa do Botafogo/RJ nos anos de 2009 e 2010 não tem mais jeito, segundo palavras do seu ex-agente Antenor Joaquim, que rompeu com o atleta após o mesmo deixar o Grêmio Barueri alegando “ser da muvuca” e “do gueto” e não ter se adaptado a um clube que não tem torcida, segundo palavras do próprio jogador.
Já o meia, 22 anos e também Paraense de nascimento, é dado como o novo dono da camisa 10 da Seleção Brasileira, devido aos títulos conquistados com o Santos e pela entressafra de atletas para a posição. Mas fora de campo, Ganso vem dando muito trabalho ao clube que o revelou e mostra ser mal assessorado pelas pessoas que cuidam da sua carreira, já que seus direitos econômicos são divididos entre Santos, que tem 45% e o Grupo DIS, que conta com 55% e quase todo dia seu nome vem sendo vinculado a outros clubes e que deixará o time da Vila Belmiro. 
Esses são apenas dois exemplos de muitos que conhecemos no futebol, que pouco estão se importando para os torcedores que pagam ingresso para vê-los e que algum dia, mesmo em um momento de pura emoção, o idolatraram e o chamaram de ídolo.
Casos como o dos goleiros Marcos e Rogério Ceni, ídolos e mitos em seus respectivos clubes estão cada vez mais fadados a não existirem, principalmente pelos salários astronômicos pagos pelos nossos desprovidos dirigentes, que na anciã de agradar e dar satisfação a sua torcida acaba cometendo surrealismos e assim, endividando os clubes.
Tabelinha
Copa do Brasil: Hoje é dia de conhecermos o grande Campeão da Copa do Brasil 2012. Curitiba e Palmeiras jogam no estádio do Couto Pereira e duelam em busca da taça, que dá direito a uma vaga na Taça Libertadores 2013 e se juntarão ao Corinthians, atual campeão. O Palmeiras leva uma boa vantagem para o Paraná, já que venceu a primeira partida em Barueri pelo placar de 2 a 0, mas terá os desfalques de Barcos e Valdivia e também a pressão da torcida coxa branca. Favorito? O Palmeiras. Mas se engana que acha que será fácil.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Chato é quem acha chato!

Matéria publicana no Jornal A Tribuna Piracicaba de 04 de Julho de 2012

Amigo torcedor, amigo sofredor, o futebol é sem dúvida o esporte mais apaixonante e imprevisível criado pelo homem e desde os primórdios da modalidade até os dias de hoje, ele ainda se reinventa e nos tempos atuais a seleção da Espanha é quem pinta e borda em cima dos pobres adversários e constrói uma hegemonia de uma geração vencedora.

A valente, mas limitada seleção Italiana, a Azzura do emergente e falastrão Balotelli sucumbiu diante da força da ‘Fúria’ espanhola que pintou o quatro em Kiev e provou ao mundo, mais uma vez, que chato não é seu futebol eficiente e envolvente de valorização de posse de bola e passes milimétricos e sim quem acha que seu futebol é.

A competência espanhola, que se tornou bicampeão da Europa e ainda é atual campeã Mundial não tem nada a ver em jogar sempre da mesma maneira e para os mais céticos ser monótona e sim fazer gols e vencer.

A dupla Xavi e Iniesta e sua trupe com os não menos importantes David Silva, Fábregas, Casillas, Sérgio Ramos e companhia fazem do futebol quase perfeito e irreverente a referência necessária para uma equipe vencedora.

A culpa, se é que se pode existir e assim descrever desse futebol talentoso e cheio de graça da Espanha é de dois gigantes clubes espanhóis, que formam a base da seleção, Barcelona e Real Madrid. Mas culpa maior tem o Barca, que assim como a Espanha, jogam da mesma maneira taticamente.

A seleção espanhola entra para a história como a única no planeta a levantar três troféus em seqüência, contanto a competição continental, em 2008 e 2012 e o Mundial em 2010, sendo que nem a seleção Brasileira durante a era de Pelé conseguiu tal feito.

Tabelinha

Libertadores: Hoje é dia de decisão na Taça Libertadores da América. Corinthians e Boca Juniors duelam no Pacaembu em busca do troféu mais cobiçado das Américas e teremos emoção do começo ao fim. O timão, invicto na competição tenta sua primeira conquista sul-americana. Já o Boca vai à busca da sua sétima taça. De um lado a raça corintiana empurrado pela sua imensa torcida fiel. Do outro, a catimba argentina e o fato de atuar melhor fora de seus domínios. Quem vence? Totalmente imprevisível, mas eu sou mais Corinthians.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Espanha dá show, faz 4 a 0 na Itália e leva 1º bi da Eurocopa

Fonte: Terra

Campeã europeia em 2008. Campeã mundial em 2010. Campeã europeia em 2012. A geração espanhola atualmente comandada por Vicente del Bosque ratificou neste domingo o status de melhor equipe do planeta. Em Kiev, na Ucrânia, a equipe, criticada durante parte da Eurocopa 2012 pelo futebol apresentado, respondeu com maestria: goleada por 4 a 0 sobre a Itália, que garantiu ao país o bicampeonato consecutivo, inédito na história da competição.

A geração, apoiada no talento de Xavi e Andrés Iniesta, duas grandes estrelas do Barcelona e da equipe, colocou a seleção espanhola ao lado da Alemanha como as maiores vencedoras da história da Euro. História iniciada em 2008, quando, na Suíça, Fernando Torres anotou o gol da vitória por 1 a 0 sobre os alemães, afastando o estigma de fracasso no futebol do país. A partir deste dia, o grito espanhol se restringe às comemorações de títulos importantes.

As críticas sobre o estilo espanhol adotado na Eurocopa parece que atingiram a equipe comandada por Vicente del Bosque. Na decisão diante da Itália, justamente um adversário que se espelhou no sistema de jogo de toques parecido, a atual campeã mundial se mostrou mais objetiva. O exemplo da ¿fome¿ espanhola surgiu aos 10min, quando Xavi tabelou com Fábregas e arriscou de fora da área, assustando Buffon.
 
Dona do jogo nos primeiros minutos, a Espanha não demorou a conseguir balançar as redes. Aos 13min, Iniesta recebeu livre na intermediária e descolou um lindo passe em profundidade para Fábregas. O camisa 10 espanhol ganhou na velocidade de Chiellini e cruzou na medida para David Silva. O jogador do Manchester City desviou com precisão de cabeça para abrir o marcador.
 
O gol anotado logo no início modificou o comportamento espanhol no restante da etapa inicial. Acostumada a controlar a posse de bola e minar as tentativas adversárias, a atual campeã mundial se retraiu e permitiu à Itália ditar o ritmo de jogo. Recuado, o time vermelho esperava apenas um erro do adversário para encaixar um contra-ataque.
 
O espaço esperado pela Espanha surgiu aos 40min. Xavi avançou em velocidade e achou Jordi Alba. O lateral esquerdo recebeu livre e tocou com categoria na saída de Buffon, se aproximando de um inédito bicampeonato. A Itália, acuada pelo volume de jogo adversário, pouco ameaçava - a principal chance surgiu aos 43min, com Montolivo -, embora tenha terminado a etapa inicial com mais posse de bola do que o rival.

Geração espanhola controla jogo, dá show e faz história com bicampeonato
 
O extremo domínio espanhol na primeira etapa abateu o time italiano. A Espanha, por outro lado, retornou ainda melhor. Logo aos 3min, Fábregas, um dos grandes destaques da decisão, deixou Balzaretti no chão, fintou mais um marcador e chutou fraco. Buffon conseguiu tocar na bola e evitar o terceiro gol da principal equipe do mundo no momento.
 
A Itália pouco ameaçou a meta defendida por Casillas. O técnico Claudio Cesare Prandelli tentou ainda modificar a configuração do ataque com Di Natale; mas o experiente jogador não conseguiu novamente vazar o gol espanhol - foi o único na Euro a superar o goleiro do Real Madrid. Aos 7min, o camisa 11 recebeu de Montolivo e exigiu grande defesa do rival.
 
A oportunidade desperdiçada por Di Natale vacinou a Espanha. A equipe retomou o estilo clássico da atual geração e controlou o ritmo de jogo. Tal ritmo só aproximou a campeã mundial do terceiro gol, situação que desanimou completamente o lado italiano. Atrás no marcador, o país tetracampeão mundial ainda perdeu Thiago Motta, que entrou no segundo tempo e precisou deixar o jogo por lesão.
 
Melhor para o time Xavi, Iniesta e companhia, que, ao melhor estilo de eficiência no passe, pôde comemorar escrever mais um capítulo desta formação espetacular. Ainda antes do final, Fernando Torres fundou um novo grupo na história: o de goleadores em duas finais de Euro. Autor do gol do título espanhol em 2008, o centroavante do Chelsea recebeu passe de Xavi e finalizou com precisão na saída de Buffon, ampliando o marcador aos 38min.
 
Fernando Torres, que poderia assumir a artilharia isolada da Euro, ainda mostrou solidariedade no final do jogo. O camisa 9 recebeu grande passe de Xabi Alonso e, diante de Buffon, rolou de lado para Juan Mata, companheiro de Chelsea. O camisa 13, com o gol livre, chutou para as redes, em seu primeiro toque na Euro, e transformou a simples vitória em goleada, a maior aplicada por um time na história em uma final de Eurocopa.
 
FICHA TÉCNICA
ESPANHA 4 x 0 ITÁLIA
 
Gols: ESPANHA: David Silva, aos 13min do 1º tempo; Jordi Alba, aos 40min do 1º tempo; Fernando Torres, aos 38min do 2º tempo; e Juan Mata, aos 43min do 2º tempo
ESPANHA: Iker Casillas; Alvaro Arbeloa, Sergio Ramos, Gerard Piqué e Jordi Alba; Sergio Busquets, Xabi Alonso e Xavi; David Silva (Pedro Rodríguez), Césc Fábregas (Fernando Torres) e Andrés Iniesta (Juan Mata).
Técnico: Vicente del Bosque.
ITÁLIA: Gianluigi Buffon; Ignazio Abate, Andrea Barzagli, Leonardo Bonucci e Giorgio Chiellini (Federico Balzaretti); Andrea Pirlo, Daniele De Rossi, Claudio Marchisio e Riccardo Montolivo (Thiago Motta); Antonio Cassano (Antonio Di Natale) e Mario Balotelli.
Técnico: Claudio Cesare Prandelli.
Cartões Amarelos
ESPANHA: Gerard Piqué
ITÁLIA: Andrea Barzagli
Árbitro
Pedro Proença (Portugal)
Local
Estádio Olímpico de Kiev, em Kiev (Ucrânia)

Foto: Getty
A 'Fúria' levanta sua terceira taça nos últimos quatro anos

Borges perde gol incrível no fim, Santos empata sem gols com a Lusa e segue na degola

Fonte: Uol

O Santos apostou na volta da sua dupla formada por Neymar e Ganso para conquistar a primeira vitória no Brasileirão. Mas ambos estiveram pouco inspirados, o Peixe não saiu do 0 a 0 contra a Portuguesa e permaneceu na zona de rebaixamento da competição. A vitória poderia ter ocorrido não fosse Borges, que perdeu gol incrível, aos 46 min da 2ª etapa, quando chutou por cima da meta, mesmo sem marcação.

Com o empate, o Santos pulou para o décimo sétimo lugar com cinco pontos. Já a Portuguesa é a décima segunda colocada com 12, ambos os clubes em situação ruim no Brasileirão.

O técnico Muricy Ramalho promoveu o retorno do meia Paulo Henrique Ganso e fez Elano voltar ao banco de reservas. Ele recuou Adriano para a zaga e colocou o Santos no 3-5-2, dando liberdade para o jovem Wesley Douglas e o veterano Leo apoiarem.

A Portuguesa dominou todo o primeiro tempo, e só não abriu o placar pela falta de qualidade dos seus jogadores na hora da finalização e da tarde inspirada do goleiro santista Rafael.

O volante Guilherme foi o destaque da primeira etapa, tanto na articulação das jogadas quanto na presença na área. Ele perdeu duas chances incríveis de gol. Na primeira, sozinho na área, ele carimbou a trave de Rafael. Na segunda, o jogador exigiu uma grande defesa do goleiro santista. O ponta Ananias também deu muito trabalho aos defensores santistas.

Com Neymar nervoso e Ganso pouco inspirado, o Santos pouco ameaçou a Portuguesa na primeira etapa. A joia santista chegou a acertar o rosto do zagueiro Lima em lance no ataque e levou o cartão amarelo. “Acabou pegando, mas foi sem querer. Jamais daria na cara de alguém”, justificou o camisa 11.

Na saída para o intervalo, desolação dos santistas e confiança dos lusos. “Criamos muito pouco. Temos que melhorar muito para vencer”, falou o volante Henrique. “Não pode perder tantos gols, senão eles vão lá e em uma chance acabam prejudicando a gente”.

Descontente com a atuação do Santos no primeiro tempo, Muricy fez duas alterações na volta para a segunda etapa: sacou os alas Leo e Wesley Douglas e promoveu as entradas de Juan e Elano. Adriano voltou para o meio e Henrique passou para a lateral-direita, mudando o esquema para o 4-4-2.

Ainda longe da forma física ideal e em tarde pouquíssimo inspirada, Ganso deu lugar a Gérson Magrão, última mudança do Santos na partida. Em cobrança de falta, o Santos quase abriu o placar: Durval cabeceou a queima-roupa e obrigou Dida a fazer uma belíssima defesa no reflexo.

O Santos melhorou a partida e passou a tomar conta das ações do jogo. A Portuguesa se fechou na defesa e apostou nos contra-ataques. Ambos não tiveram competência para abrir o placar e o 0 a 0 prevaleceu no Canindé, com direito a uma chance incrível de gol perdida por Borges já nos acréscimos.

FICHA TÉCNICA

PORTUGUESA 0 X 0 SANTOS

Local:   Estádio do Canindé, em São Paulo (SP) 
Data: 1 de julho de 2012, domingo 
Horário:   16 horas (horário de Brasília) 
Árbitro: Raphael Claus (SP) 
Assistentes:   Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Daniel Paulo Ziolli (SP) 
Renda: R$ 302.885,00
Público: 7.942 pagantes
Cartões amarelos: Rogério, Diego Viana, Gustavo e Boquita (Portuguesa); Adriano, Neymar e Durval (Santos)

PORTUGUESA: Dida; Rogério, Lima e Gustavo; Boquita, Léo Silva, Guilherme, Moisés e Ivan; Ananias (Rodriguinho) e Diego Viana (Henrique) 
Técnico: Geninho

SANTOS: Rafael; Douglas (Elano), Edu Dracena, Durval e Léo (Juan); Adriano, Henrique, Arouca e Paulo Henrique Ganso (Gérson Magrão); Neymar e Borges 
Técnico: Muricy Ramalho


Foto: Placar/Abril
Borges perdeu chance incrível na partida de ontem